Barueri vence São Bernardo e é campeão

 

Numa partida impecável, a equipe da Unisul/Barueri/Nexxera conquistou na tarde desse sábado seu primeiro título na temporada, a Copa São Paulo, vencendo o atual campeão da Superliga, São Bernardo/Banespa/Mastercard por 3 a 0, parciais de 25/20, 29/27 e 25/19. A partida foi realizada no ginásio Poliesportivo José Correa, em Barueri.
A equipe catarinense, que representa o município de Barueri em São Paulo, começou o primeiro set errando muito o saque e com problemas na recepção e passe. O São Bernardo chegou a abrir cinco pontos de vantagem até o primeiro tempo técnico (3 a 8), quando a Unisul/Barueri/Nexxera reagiu e empatou o set no décimo ponto. Aí foi a vez do São Bernardo errar em quadra, deixando a Barueri comandar o restante do set e fazer 1 x 0 na partida.

No segundo set, o Barueri começou novamente comandando o set abrindo seis pontos de vantagem sobre o São Bernardo, que começou a reagir a partir do segundo tempo técnico, fazendo com que a Barueri perdesse a concentração e cometesse muitos erros individuais.A partir do 18°ponto, as duas equipes disputaram cada ponto, fechando o set somente no 29/27. No terceiro set, novamente a equipe da Barueri mostrou entrosamento em quadra. Os erros da equipe campeã da Superliga ajudaram a Barueri a ter um set mais tranqüilo, sempre com vantagem no placar, fechando a partida nos confortáveis 3 a 0.

O técnico Marcos Kwiek, que está substituindo Zé Roberto Guimarães, considerou esta vitória muito importante para a equipe que está estreando nos torneios em São Paulo. “A Copa São Paulo é um cartão de visita para o Campeonato Paulista. Hoje a equipe mostrou que tem condições de ser um time campeão, não somente um bom time. Os atletas se superaram em quadra nos momentos mais difíceis, como no inicio da partida e no segundo set. O grupo mostrou que é vencedor”.

Já para o treinador Mauro Grasso, do São Bernardo, o principal motivo para a derrota foi a falta de tempo para treinamentos neste início da temporada 2005/2006. “Os jovens não agüentaram a pressão. Fizemos apenas dois treinos antes desta competição e isso não foi o suficiente para ajustarmos as bolas rápidas e também outros fundamentos como o saque. Isso tudo é reflexo do início de temporada, mas o que não admito é a postura da minha equipe neste jogo. Estávamos apáticos, retraídos, e isso não pode se repetir”, analisou Grasso, campeão da Superliga de 2005.

Sérvia vence a Polônia no tie-break e vai decidir o título com o Brasil

 

Depois de se enfrentarem na abertura da fase final da Liga Mundial, sexta-feira, Sérvia e Montenegro e Brasil voltam a se enfrentar,  agora valendo o título de 2005.

Os donos da casa derrotaram a Polônia por 3 a 2  (24/26, 19/25, 25/23, 25/20 e 15/8), neste sábado, enquanto o Brasil superou Cuba por 3 a 1(25/18, 25/19, 22/25 e 25/23), pelas semifinais.

A decisão será neste domingo, às 14h (de Brasília), com transmissão da TV Globo. Antes, às 11h (de Brasília), Polônia e Cuba disputam o terceiro lugar.  Na Liga Mundial 2004, vencida pelo Brasil, Sérvia e Montenegro ficou com a medalha de bronze e a Itália com a prata. O time do técnico Bernardinho levou a melhor no jogo de sexta-feira, com uma vitória por 3 a 1.

Que venha a Sérvia !!!

Brasil vence Cuba, bate recorde e vai à final da Liga Mundial

 

A experiência brasileira prevaleceu sobre a juventude cubana. Neste sábado, o Brasil garantiu vaga na final da Liga Mundial masculina de vôlei ao vencer Cuba por 3 sets a 1, com parciais de 25-18, 25-19, 22-25 e 25-23, em uma hora e 37 minutos, na Arena de Belgrado. Assim, a seleção consegue uma marca histórica: é a primeira a disputar cinco finais seguidas da Liga.

O Brasil tentará o seu quinto título da Liga neste domingo, contra Sérvia e Montenegro, às 14h (de Brasília). A seleção conquistou o campeonato em 1993, 2001, 2003 e 2004. Além disso, foi vice em 1995 e em 2002. Cuba disputará o terceiro lugar contra a Polônia.

Esta foi a segunda vitória do Brasil na fase final da Liga. Na sexta-feira, a equipe bateu a Sérvia e Montenegro por 3 sets a 1. Para a seleção cubana, o jogo representou a segunda derrota. Na estréia desta fase a equipe caiu diante da Polônia por 3 a 2.

Neste sábado, o Brasil precisou usar toda a sua técnica para vencer o forte ataque cubano. O bloqueio voltou a funcionar, mas o passe teve mais dificuldade de sair do que no jogo contra a Sérvia. E o time ainda contou com tardes inspiradas do ponta Giba, do oposto André Nascimento e do meio-de-rede Rodrigão. Já Cuba concentrou o seu jogo em Raidel Poey.

ELEMENTO SURPRESA
A entrada de Henry Bell no time de Cuba no final do segundo set mudou a dinâmica do jogo. O Brasil, que dominava a partida com certa tranqüilidade, acabou encontrando problemas com o saque e forte do jogador.

Nos dois últimos sets, Bell marcou 13 pontos, sendo o maior pontuador da equipe nestas parciais. Assim, ele dividiu as atenções da defesa brasileira, que estava concentrada principalmente em Raidel Poey.

"Nós tínhamos poucas informações desse número 12 (Bell). Isso dificultou muito a marcação em cima dele", disse o técnico Bernardinho.
"Uma semifinal é sempre muito difícil. Ainda mais contra Cuba, que é um time perigoso. Eles apresentaram um ataque muito forte e um saque potente, mas soubemos suportar isso bem", disse o capitão Ricardinho.


Melhor do dia, Giba "esquece" Cuba e se concentra na decisão


Giba foi o maior destaque do Brasil na vitória deste sábado sobre Cuba nas semifinais da Liga Mundial masculina de vôlei. Com 19 pontos, ele foi o segundo maior pontuador da equipe, atrás apenas de André Nascimento (que teve 20). Além disso, ajudou a comandar a equipe, principalmente nos momentos de dificuldade nos dois últimos sets.

Mas apesar da boa atuação, ele precisou de apenas poucos minutos para "esquecer" a partida. Agora, o jogador já está concentrado na final deste domingo. "O melhor jogo tem que ser amanhã. O de hoje já não importa mais", disse Giba, cercado por fãs e jornalistas estrangeiros na quadra da Arena de Belgrado, na Sérvia.

Para o ponta, o Brasil teve mais dificuldade nos dois últimos sets porque Cuba jogou de maneira mais solta. Nas duas primeiras parciais, o domínio brasileiro foi bem maior.

"Acho que eles vieram com tudo no saque (a partir do terceiro set) e isso facilitou o jogo deles. Eles passaram a jogar mais soltos", disse o brasileiro.

O oposto André Nascimento também segue a mesma linha de raciocínio. "A gente sabia que não ia ser fácil. Acho que nos dois primeiros sets impusemos um ritmo legal. Depois Cuba melhorou. Eles começaram a acertar mais o saque", analisou.

 

 

Brasil vence sul-coreanas e garante vaga nas finais do Grand Prix

 

Atual campeã do Grand Prix, a seleção brasileira tornou-se neste sábado a terceira equipe a se classificar para as finais da competição, que acontece de 13 a 18 de julho, no Japão. Além do time anfitrião, Cuba e China já estavam garantidas.

Na madrugada de hoje (horário de Brasília), o time de José Roberto Guimarães bateu a Coréia do Sul, em Taipei, por 3 sets a 1, parciais de 25-10, 25-12 e 25-10. O destaque da equipe foi o atacante Renata, com 23 pontos.

O resultado deixa o Brasil com o saldo de sete vitória em oito jogos. O único tropeço foi diante da China, hoje a principal potência da modalidade.

A seleção encerra sua participação na terceira rodada do Grand Prix na madrugada deste domingo. Às 4h (horário de Brasília), Brasil e Cuba um dos principais clássicos do vôlei.

 

27 canais de 126 países acompanham as finais da Liga em Belgrado

 

Vinte e sete canais, de 126 países diferentes acompanham as finais da Liga Mundial em Belgrado, uma das maiores coberturas da história da competição. A RTS da Sérvia colocou 15 câmaras no ginásio para garantir imagens de todos os ângulos da quadra.

O campeão olímpico em Los Angeles Paul Sunderland, dos EUA, que participou de cinco olimpíadas em sua carreira, vai ser o comentarista das semifinais, sábado, uma cobertura que vai ser distribuída para as emissoras de todo o mundo. Sunderland comenta sobre vôlei em seu país há mais de dez anos.

Estou hornado em comentar partidas que são vistas por tantos países no mundo, não só com lances dos jogos, mas com reportagens especiais sobre os bastidores - diz Sunderland.

Além do título e da taça, o time campeão vai embolsar US$ 1 milhão como prêmio. O segundo colocado recebe US$ 450 mil e o terceiro US$ 280 mil.

Entre as televisões credenciadas para transmitir os jogos estão TV Globo, Al-Jazeera Sport, M-Net, ESPN, TBS Japão, Eurosport, entre outras. A final da LIga vai ser vista por 54 paíseses europeus,  55 africanos, 19 sul-americnaos e 24 territórios no Oriente Médiio e Ásia, incluindo Rússia e Japão.

O interesse por essa competição é enorme, por causa do bom nível técnico das seleções masculinas - acredita Mario Kochwalter, corrdenador de TV da Liga Mundial em Belgrado.

 

Brasil dá show no bloqueio e derrota Sérvia nas finais da Liga

 

Como esperado, a Seleção Brasileira masculina não encontrou moleza na abertura da Fase Final da Liga Mundial 2005, na cidade de  Belgrado, na Sérvia & Montenegro. Enfrentando os donos da casa, os brasileiros conseguiram uma boa vitória por 3 sets a 1, com parciais de 25-21, 23-25, 26-24 e 25-21, em 1h44min, na Arena de Belgrado.

Com o resultado, a equipe do técnico Bernardinho enfrentará na semifinal a equipe de Cuba, a grande surpresa da atual competição ao eliminar na primeira fase a Itália, a França e a Bulgária. O confronto será neste sábado, ao meio-dia, com transmissão ao vivo da  TV Globo. A outra semifinal será entre os sérvio-montenegrinos e a Polônia, que derrotou Cuba no primeiro confronto das finais por 3 sets a 2.

No confronto contra a Sérvia & Montenegro, o principal fundamento brasileiro foi o bloqueio, com o qual marcou 20 pontos, contra apenas nove dos anfitriões. Rodrigão foi o melhor com seis pontos no fundamento, seguido por Gustavo (5) e Giba (4).

No entanto, o mais constante do time verde e amarelo foi o oposto André Nascimento, maior pontuador do jogo com 19 pontos, sendo 16 de ataque, três de saque e três de bloqueio. ( ai que odio !!)

O jogo foi muito equilibrado desde o início, quando os anfitriões começaram melhor, forçando o saque ao extremo. No entanto, os brasileiros conseguiram equilibrar o marcador após também forçar o saque e fechar a porta no bloqueio. Assim, fecharam em 25-21.

O Brasil também começou dominando o segundo set e se manteve na ponta até o segundo tempo técnico. Mas uma desconcentração geral possibilitou aos sérvios se recuperarem e virarem o marcador para fecharem em 25-23, com nove pontos de erros dos brasileiros.

Nos terceiro e quarto sets, a história foi a mesma do primeiro, com o Brasil mais bem postado no bloqueio e aproveitando as bolas de contra-ataque para abrir diferença no marcador, fechando as parciais em 26-24 e 25-21.

 Os dois times têm talento. Está claro que o Brasil cometeu alguns erros. O lado positivo foi o bloqueio. Mas amanhã nós teremos de estar muito concentrados contra Cuba - comentou o técnico Bernardinho.

Eu gosto de jogar contra a Sérvia & Montenegro. Gosto do estilo desses jogadores excelentes. Nos momentos cruciais da partida nós estivemos totalmente concentrados. Agora, vamos nos concentrar no confronto contra Cuba. Eles também têm uma equipe forte. Jovem mas forte. E eles melhoram sua técnica todo dia - disse Ricardinho.

Fonte: Planeta vôlei

 

Seleção feminina passa pela Holanda no Grand Prix

 

Depois de perder o primeiro set, a Seleção Brasileira feminina se recuperou a abriu a terceira semana de disputas do Grand Prix com vitória. Na madrugada de hoje, em Taipei, o time de José Roberto Guimarães passou pela Holanda por 3 sets a 1, parciais de 25-27, 25-19, 25-21 e 25-17, em 1h33min.

Reserva nos jogos da semana passada, a ponta Paula Pequeno voltou ao time titular em grande estilo. Com 22 pontos, ela foi a maior anotadora do duelo. A oposto Renatinha, que começou jogando no lugar de Sheilla, colaborou com mais 14. Outro destaque do Brasil foi a central e capitã Valeskinha, que fez seis pontos de bloqueio.
Agora, o Brasil parte para cima da Coréia do Sul neste sábado, às 4h (de Brasília), no Taipei Municipal Gym, com transmissão ao vivo pela Globo. O jogo pode valer a classificação para a fase final do Grand Prix.

As coreanas, aliás, foram as adversárias da estréia do Brasil neste Grand Prix. Vitória por 3 sets a 0 (25-21, 25-20 e 25-14), em 1h17min de jogo, realizado em Tóquio.

 

Ezinho e Evandro comandam a Unisul rumo ao 1º título da temporada

 

A final da Copa São Paulo, neste sábado, às 15h, em Barueri, vai reunir em quadra os campeões das duas últimas Superligas. De um lado da quadra a equipe campeã de 2003/2004, a Unisul/Barueri/Nexxera e de outro os atuais campeões: Banespa/Mastercard. A TV Cultura transmite ao vivo.

Na equipe da Unisul/Barueri/Nexxera,  estão os finalistas da última Superliga: o levantador Vinhedo, campeão pelo Banespa, o ponta Ezinho e o oposto Evandro, que estavam no Telemig Celular/Minas e ficaram com o vice-campeonato.

Essa é a segunda vez que o técnico Marcos Kwiek, que comanda a equipe no lugar de José Roberto Guimarães durante o período de Seleção Brasileira, faz a final da Copa São Paulo. Na temporada passada, quando também substituia Zé Roberto, Marcos conquistou o título pelo feminino, comandando a Finasa/Osasco.

A primeira final da temporada promete um grande espetáculo no ginásio Poliesportivo José Correa, em Barueri. Nesse primeiro torneio representando o município paulista, a Unisul/Barueri/Nexxera sabe da grande responsabilidade que tem.  “

 No primeiro confronto tivemos algumas dificuldades em quadra porque a equipe estava um pouco cansada – jogamos na quinta o estadual catarinense e viajamos para Barueri na sexta-feira pela manhã e ainda treinamos á tarde - explica o técnico Marcos Kwiek, que acredita em mais um jogo bem equilibrado.

Durante a semana, o técnico da Unisul trabalhou muito a parte tática, dando maior destaque ao contra-ataque. Também foi dado atenção para a recepção.

 Temos que ter um bom sistema defensivo para podermos marcar pontos no contra-ataque. Se a recepção funcionar bem, podemos sair da marcação e trabalhar o ataque - analisa Kwiek.  

Para essa partida, o técnico acredita que a sua equipe vai entrar com muita vontade e determinação de conquistar esse primeiro título da temporada

- Vamos ter que entrar bem concentrados e com muita determinação. O Banespa manteve 50% da equipe que conquistou a Superliga, além de ser uma equipe bem forte - finaliza Marcos.  Para esse jogo, Marcos ainda não definiu a equipe que deve sair jogando. A dúvida está entre os meios André e Riad, que está com dores no joelho e ainda não foi liberado pelo Departamento Médico.

 

Banespa/Mastercard fará final da Copa São Paulo com a Unisul/Barueri

 

Na estréia oficial da temporada 2005/2006, o Banespa/MasterCard/São Bernardo venceu, ontem, o São Caetano/Tamoyo por 3 a 0,  parciais de 28-26, 25-21 e 25-21, em partida disputada no Ginásio Municipal de Esportes José Corrêa, em Barueri, e válida pela Copa São Paulo. Com o resultado, a equipe se classificou para a final e decide o título no próximo sábado, às 15 horas, contra a Unisul/Barueri.

Apesar da vitória, o técnico Mauro Grasso apontou o desentrosamento como a principal preocupação para o próximo compromisso.

 Por ser uma estréia eu gostei do desempenho, mas sentimos a falta de treinos e do conjunto. Só fizemos dois coletivos antes dessa partida e isso dificulta muito. Outro problema é que erramos muitos saques, mas tudo isso faz parte do início de temporada - afirmou o treinador.

Ele aproveitou a partida para promover a estréia de jogadores das equipes de base no elenco profissional.

Consegui rodar bastante os garotos, porque só colocando eles para jogar é que irei conhecê-los - diz.

Banespa/MasterCard: Leozinho, Talmo, Serafim, Alberto, Michael e Leandrão e Polaco (líbero). Entraram: Carlão, Daniel e Rodrigo.

São Caetano/Tamoyo: Régis, Douglas, Hermison, Falcão, Alan, Everaldo e Marcinho (líbero). Entraram: Felipe, Ceará, Alemão e João.

 

 

Segundo o presidente da CBV, TV Globo transmitirá Superliga 2005/06


Em uma visita aos dirigentes da Liga Italiana e da Federação Italiana de Voleibol, nesta semana, o presidente da Confederação Brasileira (CBV), Ary Graça, discursou sobre o sucesso do voleibol brasileiro e das diferenças entre o esporte no resto do mundo e no Brasil, o que mostraria a superioridade verde e amarela nos últimos anos.

Graça também afirmou que a próxima Superliga será transmitida ao vivo pela Rede Globo, uma luta antiga que parece ter chegado ao fim para ele. Seguem abaixo os principais trechos:

A nossa grande vantagem em relação à Itália é que o voleibol, que no Brasil foi o esporte mais assistido na Olimpíada, à frente do vôlei de praia, é o segundo esporte de nosso país. Estamos a apenas quatro pontos percentuais do futebol, depois que o automobilismo perdeu visibilidade ao perdermos o grande Ayrton Senna. A TV ajuda muito e a partir da próxima temporada a TV Globo transmitirá a Superliga ao vivo. Atingiremos assim milhões de brasileiros, incluindo as transmissões via satélite, o que terá um novo aumento de popularidade.

 Graças à ESPN Brasil e à Bandsport (que transmitiram no Brasil a Liga Italiana), nós brasileiros seguimos vossas partidas da Série A italiana, que foram comentadas por Maurício Jahu na ESPN. A primeira impressão? No Brasil as quadras são mais limpas. Talvez na Itália haja muitos adesivos na quadra. Nós somos acostumados a quadras menos poluídas. É verdade que o vosso modelo de negócio do vôlei é muito mais desenvolvido que o nosso. Os nosso jogadores são muito felizes de jogarem aqui,a parte econômica é seguramente a maior diferença entre a nossa Superliga e o vosso campeonato. Um outro aspecto que percebi ao assistir as suas partidas é o entusiasmo dos jogadores: no Brasil eles riem e comemoram muito. É um fato de feeling de jogo, e não são apenas os brasileiros que jogam aqui e que têm de enfrentar os melhores do mundo toda semana, mas todos os atletas. Os meus campeões me disseram que sentem muita saudade de casa, mas é normal, a vida brasileira é muito diferente da vossa.

 O motivo que o Brasil é o primeiro do mundo no vôlei, o que explicaria, talvez, a dificuldade que os brasileiros têm em jogar na Itália, é o tempo de treinamento e jogo. Em um clube de nossa Superliga se treina seis horas por dia e se joga duas partidas oficiais por semana. Fazemos isso porque o nosso campeonato é mais curto que o italiano, mas penso que o resultado é visível. Um dos nossos pontos de força no desenvolvimento do vôlei, nos últimos anos, é a preparação física. Um jogador com o Anderson, por exemplo, não atacava tão forte assim até poucos anos atrás, mas fizemos um programa de estudo para ajudá-lo.

Além disso, trabalhamos em todos os estados do Brasil, realizando programas especiais até nas favelas. Sessenta mil garotos estão ligados ao voleibol. E os patrocinadores ficam felizes em participar do projeto porque com cerca de 6 mil euros por ano fazemos 600 garotos jogarem vôlei.

Será que finalmente o vôlei vai ter o seu merecido espaço na mídia ? Ou será que a toda poderosa vai fazer igual a Redetv e vai colocar os jogos aos sábados as 22 h ...esqueçi esse horário tem Zorra Total não dá ...!

Espero que seja verdade , querendo ou não ter um jogo ou melhor um campeonato  transmitido pela Globo faz toda a diferença !

Aproveito essa matéria para novamente parabenizar os nosso ilustres governantes por terem acabado com nosso vôlei ...bando de idiotas ..olha a chance que eles vão perder de promover ainda mais o nome da cidade de Suzano !

Ponta Kid é o novo reforço da On Line..eu sabia que ele ia voltar ...eu sabia

 

A On Line anunciou nesta quarta-feira mais uma contratação de peso para tentar a conquista do bicampeonato gaúcho a partir do dia 30 de julho: o ponta Kid. Na última temporada, Kid defendeu a Ulbra, mas seu grande momento foi na conquista da Liga Mundial de 1993 com a Seleção Brasileira, torneio no qual foi eleito o melhor passe e melhor recepção.

Gaúcho de Porto Alegre (30/10/70), Kid tem 1,93m e pesa 90kg. Começou carreira na Sogipa, onde atuou de 1984 a 1988. Depois, passou pela Sadia, Pirelli, Suzano, Olympikus, Unisul, além de ter jogado no Verona da Itália, Knack Roisellare da Bélgica, e Vaqueros de Porto Rico.

O ponta é o segundo reforço anunciado pela Associação On Line de Vôlei nesta quarta-feira (o outro foi o jovem Thiago, 20 anos, ex-Minas). Ele chegou ao Vale dos Sinos e já começou os treinamentos com o grupo que permanece sob o comando do treinador Jorginho Schmidt.

No final do mês, antes da estréia oficial no Gauchão de Vôlei, contra a Ulbra, a equipe deverá fazer um amistoso no Ginásio Ginásio Municipal Celso Morbach, em São Leopoldo, local onde mandará seus jogos nesta temporada que está começando. O adversário ainda não foi definido, mas independentemente disso, Kid deverá fazer nesta data sua estréia com a camisa da On Line.

 

"Estamos preparados se acontecer algum tropeço", diz Gustavo

 

O meio-de-rede Gustavo é um dos líderes da seleção brasileira. Com a saída de Nalbert, ele chegou até a ser cotado para assumir o posto de capitão da equipe -a tarja foi parar nos braços de Ricardinho. Mesmo assim, continua sendo um dos comandantes do time. Mas exerce a liderança de um jeito sereno, sem gritos ou gestos bruscos. E foi com essa mesma serenidade que falou com a reportagem do UOL Esporte no hotel em que a seleção está concentrada em Belgrado, para a disputa das finais da Liga Mundial masculina de vôlei.

UOL Esporte: O Brasil enfrenta na fase final da Liga Mundial a Sérvia, a Polônia e Cuba. Destes três adversários tem algum que te preocupa mais?
Gustavo: Os três me preocupam. Os três são grandes equipes, que mereceram chegar aqui nas finais. A Sérvia é a organizadora e é sempre uma equipe chata de se jogar. Cuba que é uma surpresa, está com um time muito novo, com garotos que estão saltando na rede loucos para ganhar. A Polônia tem um técnico que trabalhou muito tempo na Itália e está jogando muito bem, está bem organizada e também vai dar muito trabalho. A gente tem que estar preparado para esses três tipos de time.


UOL Esporte: Você não jogou os primeiros jogos da Liga por ter disputado o Campeonato Italiano até o final. Você está fisicamente igual aos outros jogadores, que fizeram uma preparação maior?
Gustavo: Eu estou no que deu para fazer com o tempo que a gente teve para trabalhar. E agora eu estou me sentindo bem, mas espero ter mais tempo para ficar melhor preparado. Mas agora não é hora de pensar nisso. É hora de pensar nestes jogos que a gente vai enfrentar aí.

UOL Esporte: O fato da seleção estar começando agora um novo ciclo olímpico muda alguma coisa em relação à pressão?
Gustavo: Não, a pressão para nós, depois de conquistarmos o ouro olímpico, vai ser sempre grande. Vão sempre estar esperando que a gente seja campeão. Então temos conversado muito sobre isso, estamos preparados se acontecer algum tropeço. É claro que não queremos, mas estamos preparados. Estamos trabalhando para que isso não aconteça.

UOL Esporte: Esse é um time que não é acostumado a perder. Existe uma conscientização de que a derrota também faz parte do esporte?
Gustavo: Claro, existe sim. A gente tenta todo dia trabalhar no treinamento e procurar algo mais do que a gente fez no ano passado para poder ganhar dos outros times. A gente está sempre procurando isso, está sempre querendo melhorar. Acho que esse é o segredo. Com muita humildade. Todo mundo com o mesmo tamanho, querendo lutar.

UOL Esporte: E quais são os outros segredos?
Gustavo: Acho que a união. É um time muito unido. Não tem muita vaidade, não tem esse tipo de sentimento que acaba estragando o grupo. É um grupo muito unido, que sabe trabalhar e se unir na hora certa.

UOL Esporte: Você é um dos jogadores mais experientes da equipe. Isso muda alguma coisa para você?
Gustavo: Nada em particular. Eu continuo sendo o mesmo desde o primeiro dia que entrei na seleção. Estou sempre tentando dar o máximo nos treinos. É claro que no decorrer do tempo eu adquiri alguma experiência, eu sei algumas coisas a mais do que quando era mais novo. Agora tento passar isso para os mais novos e ajudar o time em todos os aspectos.

UOL Esporte: Em quadra você tem um tipo de liderança diferente. O capitão Ricardinho, por exemplo, é mais explosivo. Já você é uma pessoa mais tranqüila. Os jogadores o respeitam da mesma forma?
Gustavo: É igual. Todos aqui respeitam o modo de ser dos outros. O importante é em quadra, estar bem em quadra, nos treinamentos, essas coisas. Isso é o mais importante.

UOL Esporte: Então como você procura agir nos treinos, principalmente em relação aos mais novos?
Gustavo: Procuro dar o exemplo, contar como a gente sempre fez. Dar um exemplo mais de atitude, treinando sempre bem, estando sempre no horário. Essas coisas assim, normais.

UOL Esporte: Neste grupo de jogadores mais novos está o seu irmão. Ele é mais cobrado por já ter um irmão que jogava na seleção?
Gustavo: Não, não, de forma alguma. O Bernardinho trata todo mundo do mesmo jeito. Sempre cobra muito, tanto dele quanto do Samuel, que agora são os mais novos. É sempre o mesmo tipo de cobrança. O que é comigo é com ele.

UOL Esporte: Esse time ganhou praticamente tudo desde 2001. Agora começa um processo de renovação. Você acha que está na hora do Bernardinho dar mais ênfase nisso?
Gustavo: Ele já está fazendo isso. Ele trouxe (para a seleção) o João Paulo, que ficou de fora (das finais da Liga), o Henrique já estava, mas é novo ainda. Todo ano ele procura trazer um talento novo, algum destaque da Superliga, para adquirir um pouco de experiência, treinando com a gente, estando com o grupo para saber como é o esquema. Assim quando eu, o Ricardo e o Giba estivermos fora já ter alguém para ficar no lugar.

São-paulino, Rodrigão sofre à distância na final da Libertadores

 

Apesar da distância, a torcida é grande. Único são-paulino no elenco de jogadores que disputa a fase final da Liga Mundial masculina de vôlei, o meio-de-rede Rodrigão sofreu com a falta de notícias do time na primeira partida da final da Copa Libertadores, contra o Atlético Paranaense.

Com cinco horas de diferença entre os horários de Belgrado e Porto Alegre, o jogo da Libertadores aconteceu durante a madrugada na Sérvia. E o jogador-torcedor, freqüentador dos estádios, ficou sabendo do resultado somente pela manhã.

"Acordei às 3h30 (22h30 no Brasil) e pensei em entrar na Internet para ver quanto estava o jogo. Mas depois vi que não dava", conta Rodrigão, que levantou cedo para o primeiro treino do Brasil em Belgrado, às 9h.

O central acredita que o empate de 1 a 1 conseguido pelo São Paulo em Porto Alegre deixou a equipe perto do título da Libertadores.

"O resultado foi bom. Já estou arrumando os meus contatos para ir ver o jogo de volta (na semana que vem, em São Paulo)", disse Rodrigão.

O último jogo do São Paulo que Rodrigão assistiu no estádio não traz boas recordações. Ele acompanhou a derrota de 2 a 1 para a Portuguesa no dia 31 de março, no Pacaembu. O resultado estragou a festa de mais de 30 mil são-paulinos, que esperavam comemorar a conquista do Campeonato Paulista. O título só foi garantido na rodada seguinte, diante do Santos.

 

 

Sérvios assistem ao final do treino do Brasil e irritam Bernardinho

 

Uma visita indesejada marcou o treino que a seleção brasileira masculina de vôlei fez para reconhecer a Arena de Belgrado, ginásio que vai abrigar os jogos da fase final da Liga Mundial masculina de vôlei. O técnico da Sérvia e Montenegro, Ljubomir Travica, apareceu com os jogadores enquanto o Brasil ainda se movimentava, causando irritação em Bernardinho.

"O certo seria esperar o treino acabar. É o que sempre faço. Acho que isso que ele fez não é ético", reclamou Bernardinho, que tirou o Brasil da quadra exatamente na hora prevista pelos organizadores: 13h30 (em Brasília).

A presença da delegação da Sérvia no ginásio aconteceu nos dez minutos finais do treino brasileiro. Apesar do pouco tempo, Bernardinho acredita que o rival pode tirar algumas informações. "Sempre tem algum ganho", falou.

No treinamento da tarde desta quinta-feira, Bernardinho decidiu dar ênfase ao ataque e ao bloqueio. Pela manhã, o treinador já havia testado o saque e a defesa do Brasil.

O oposto André Nascimento, que pela manhã não treinou devido a uma gripe, à tarde se movimentou normalmente e foi confirmado para a partida desta sexta-feira contra a Sérvia. Assim, o Brasil entra em quadra com a formação considerada ideal: Ricardinho, Gustavo, Rodrigão, Giba, Dante, André Nascimento e o líbero Escadinha.

André Nascimento começou a passar mal na Alemanha, onde o Brasil iniciou a preparação para a fase final da Liga Mundial. Há duas semanas, quem perdeu um treino por causa de uma gripe foi o ponteiro Dante.

"Agora estou melhor. Hoje eu dormi melhor. Aliás, foi o que mais fiz no dia. As noites passadas eu não tinha dormido muito nem", contou André Nascimento.

Fonte:UOL

Brasil treina defesa e saque na 1ª movimentação em Belgrado

 

O Brasil realizou na manhã desta quinta-feira o seu primeiro treino em Belgrado, onde disputa a fase final da Liga Mundial masculina de vôlei. E a equipe treinou basicamente defesa e saque.

  
Seleção faz 1º treino em Belgrado antes da estréia nas finais da Liga Mundial
"Senti o grupo devagar", disse o técnico Bernardinho. Na chegada à Sérvia, nesta quarta-feira, o treinador afirmou que a seleção estava cansada pela maratona de viagens.

Bernardinho não pôde contar com todos os seus jogadores no treino desta quinta. O oposto André Nascimento ficou de fora, recuperando-se de uma gripe. "Se ele disse que está ruim, é porque está ruim mesmo", disse o treinador.

A expectativa é que André Nascimento volte à quadra à tarde, no reconhecimento da Arena de Belgrado, palco das finais.

Nesta manhã, o Brasil treinou no ginásio de Sumice. Cerca de 15 meninas acompanharam a movimentação dos jogadores. De bom-humor, Bernardinho até brincou com uma delas. O treinador bateu bola com Katarina Selenic, de 11 anos.

O assédio ao time em Belgrado é praticamente inexistente, bem diferente da histeria que marca a passagem do Brasil nos jogos em casa da Liga Mundial.

A seleção estréia na fase final do torneio nesta sexta-feira, às 15h (de Brasília), contra a Sérvia e Montenegro. Pouco antes, jogam Cuba e Polônia. Os jogos servem apenas para definir os confrontos das semifinais da Liga, no sábado.

 

 

BANESPA/MASTERCARD E TAMOYO/SÃO CAETANO JOGAM PELA COPA SP

 

A Copa São Paulo de Voleibol Masculino 2005, competição que serve de preparação para o Campeonato Paulista da Divisão Especial 2005, a partir de agosto, tem sua seqüência nesta quinta-feira, dia 7. Banespa/MasterCard, atual campeão estadual e nacional, e Tamoyo/São Caetano fazem a segunda rodada do evento às 19 horas, no Ginásio Municipal de Esportes José Corrêa, em Barueri, com transmissão ao vivo pela TV Cultura. Em jogo, a vaga na decisão diante do Unisul/Barueri, que derrotou o Wizard/Campinas no sábado passado, marcada para o dia 9.

Para Bernardinho, Murilo não deveria ter ido para a Itália este ano

 

O técnico Bernadinho, da Seleção Brasileira Masculina, disse, durante a entrevista coletiva após o jogo entre Brasil e Venezuela, em Betim, domingo, que o ponta Murilo, de 24 anos, criado nas categorias de base do Banespa, não deveria ter acertado com o Valentia, da Itália, para a próxima temporada.

 Acho que antes de ir para a Itália, o Murilo deveria ter passado pela experiência de disputar uma final no Brasil, por exemplo. Para os mais novos, ir para a Itália é ruim, porque o nível dos jogos é bom, mas o de treinos não. Eles treinam bem menos dos que no Brasil e, neste aspecto, ficar aqui é uma forma de se aprimorar tecnicamente - explica o treinador.

 Além disso, o time que ele foi é mediano, vai brigar para não cair. E não sabemos se ele vai chegar para ser titular direto - continuou Bernardinho.

Eu conordo em genero , número e grau com o Bernardinho ...mas fazer o que ele quis ir ...tenho certeza que o Tio Navajas fez tudo o que podia para mante-lo aqui !

Bernardinho diz que alguns jogadores pioraram e outros melhoraram na Itália

 

O técnico Bernardinho, da Seleção Masculina, acredita que a temporada dos jogadores brasileiros na Itália foi benéfica para uns, mas ruim para outros.

O Giba, por exemplo, amadureceu muito nesta temproada no Cuneo. O fato de ele ser o segundo passador do time, ao contrário do que acontecia na Seleção quando tínhamos Nalbert e Giovane, foi uma escola para que ele assumisse esse papel agora, que perdemos os dois reforços - acredita Bernardinho

O treinador também gostou da temporada de Gustavo no Treviso, onde sagrou-se campeão há dois meses.

Para o Gustavo, que é um jogador veterano, a Itália faz bem, porque ele chegou a um ponto em que não é bom treinar muito forte a parte física. Ainda tem a vantagem por ser um central que assimila a parte tática dos jogos muito bem. E nisso, a Itália é muito positiva, já que os jogos têm uma variedade tática grande, por causa do alto nível dos jogadores adversários - conta Bernardinho.

Outro jogador elogioado pelo técnico foi o meio-de-rede André Heller, que defemde o Trentino.

 Ele sofrou uma concorrência muito forte com dois meios-de-rede, um búlgaro e um polonês. Então jogou menos do que o esperado. Mas voltou com um nível técnico alto e mais experiente - continua Bernardinho.

Na opinião do treinador, a ida do meio-de-rede Henrique para o Latina não foi positiva.

O Henrique deu o azar de jogar ao lado de um levantador muito ruim, que usava pouco o meio. Com isso, ele atacou menos e isso não foi bom - revela o comandante.

Bernardinho também acha que a temporada de Ricardinho no Modena não foi das melhores.

 O time sofreu muita pressão porque era uma equipe com condição de disputar o título e seque se classificou para os playoffs. O fato de eles não terem ido para a fase final, quando os jogos ficam melhores e o nível técnico aumenta, foi ruim - conta o técncio.

O treinador também não gostou da temporada do ponta Dante, no Modena.

- Fisicamente ele não voltou bem e ainda chegou com uma contusão no ombro - completa Bernardinho.

Renovação não manteve nível técnico, diz Bernardinho

 

Nos últimos quatro anos, o técnico Bernardinho, da Seleção Brasileira masculina de vôlei, se orgulhava de dizer que tinha 12 titulares. Os atletas do banco de reservas mantinham o nível dos escalados para iniciar as partidas. Assim, o Brasil conquistou 13 dos 16 títulos que disputou.

Este ano, com a saída de Nalbert, Giovane e Maurício, após o ouro na Olimpíada de Atenas’2004, a história mudou.

 O nível dos treinos caiu um pouco, claro. Mas a renovação era inevitável. Sabíamos que um dia isso aconteceria. O importante é que as peças principais seguem no grupo e todos têm de ter paciência, para fazer com que os garotos, que são bons de bola, tenham tranqüilidade para jogar e ganhar maturidade aos poucos - explica o treinador.

Com novatos como os pontas Murilo e Samuel e o levantador Marcelinho, entre os 12 inscritos, o Brasil embarcou nesta quarta-feira Belgrado, sede da fase final da Liga Mundial, de sexta-feira a domingo, em busca do pentacampeonato. A delegação fez uma parada na Alemanha, para dois amistosos contra a seleção local, e já se prepara para estrear contra a anfitriã, Sérvia e Montenegro, sexta, às 15h (de Brasília).

Cuba e Polônia, os outros finalistas, abrem a rodada, às 12h. O vencedor de cada jogo enfrentará o perdedor do outro, sábado, pelas semifinais. Os ganhadores disputarão o título, domingo.

 Quando eu cheguei à Seleção, aos 17 anos, vivi a situação que os novatos estão vivendo agora. Mas foi assim que ganhei experiência, treinando com o time e vivendo situações novas - lembra o ponta Giba, de 28 anos. Nesse processo de renovação, quem menos teve problemas para se adaptar foi Marcelinho, que já disputou uma Olimpíada (Sydney’2000), como reserva de Maurício.

O caso de Samuel, de 19 anos, é especial. Sua vaga seria ocupada pelo ponta Roberto Minuzzi. Mas este se recupera da cirurgia a que se submeteu, há pouco mais de um mês, depois que exames constataram uma dilatação na aorta ascendente, às vésperas da estréia do Brasil na Liga Mundial.

 Atacar na ponta não tem sido o meu maior problema. Mas passar estásendo mais difícil, já que praticamente não jogo na recepção há dois anos. O negócio é treinar muito para me aperfeiçoar - acredita Samuel.

Bernardinho aposta no potencial de Samuel:

 Ele faz coisas no treino que deixam os veteranos abismados. Tem uma envergadura excepcional e força física. Mas, no minuto seguinte, erra uma coisa boba. Esse é um processo que leva tempo. Não tenho dúvidas de que o Samuel vai ser um jogador muito importante para o Brasil - analisa o treinador.

 

O Bernardinho resolveu abrir a boca e disse um monte de coisas ..vejamos

 

Bernardinho diz que Anderson tem que acreditar no seu potencial

O oposto Anderson começou como titular na segunda partida entre Brasil e Venezuela, no último domingo, dia 3 de julho, em Betim. Justamente, onde ele começou a dar os primeiros ataques, como juvenil do Teuto. O jogador não conseguiu encontrar seu jogo no primeiro set e tomou broncas e mais broncas do técnico Bernardinho. Mas, no final se recuperou e acabou sendo o segundo maior pontuador do Brasil com 12 pontos, atrás apenas de Giba, com 13.

- O Anderson precisa acreditar que ele está na Seleção por méritos próprios, que mereceu a convocação. E não que ele está aqui tapando buraco - disse Bernardinho, que pedia calma ao seu comandado durante todo o jogo.

Anderson ganhou uma chance na Seleção no início da Liga Mundial de 2001, quando o titular Marcelo Negrão sofreu uma grave contusão no joelho e acabou nuna mais retornando ao time. De lá para cá, vem revezando na equipe com André Nascimento. Teve sua melhor participação no Mundial de 2002 e na Liga do ano seguinte, quando foi a opção de Bernardinho no time titular.

- O Samuel vive hoje a mesma situação do Anderson. Precisa acreditar que está na Seleção porque tem condição, e não porque o grupo está desfalcado de um ou de outro. Só assim eles vão conseguir render nos jogos e nos treinos o que podem e jogar o vôlei que me chamou a atenção e os credenciou a estar aqui - completa o treinador.

 

Começa amanhã a Liga Nacional, que dá acesso à Superliga 2005/2006

 

A corrida por uma vaga na elite do voleibol brasileiro começa nesta quinta-feira. É a Liga Nacional, que entra em cena com 70 equipes de todo o país, 33 femininas e 37 masculinas. Os dois primeiros colocados da Liga Nacional se classificam para a Superliga 2005/06, desde que cumpram as exigências do regulamento da Superliga.

Times Masculinos inscritos para Liga Nacional :

GRUPO I: AC, MA, RO, RR

A A Nilton Lins - AM
C. Subtenentes e Sargentos da PMAM - AM
AD. Jotas Academia - AC
Super Araujo/BB - AC
Teles Voleibol Clube - AC
Bangu/Meta - AC
Ação Voleibol Clube - AC
Grêmio Centenário Esporte Clube - RR


GRUPO II: AP, MA, PA, PI, TO

Auto Esporte Clube - PI
Assembléia Paraense - PA

GRUPO III: AL, BA, CE, RN, PB, PE, SE

Aeroclube-PB/Anglo - PB
Grêmio UFPB - PB
Cabo Branco - PB
ABCEE - BA
FSBA - BA
UniBahia - BA
Clube Baiano de Tênis - BA
Ass. Desportiva Confiança - SE
AABB-Natal - RN
Centro Esportivo Natal/Voley Clube - RN
Clube Regatas Brasil - AL
Sport Clube Recife - PE
Unifor - CE

GRUPO IV: DF, MS, MT

Macé/UNIDERP - MS
Don Bosco/UCDB - MS
UPIS - DF

GRUPO V: ES, MG, RJ, SP

Italo Brasileiro/Estácio - ES
C. A.Aramaçã/Santo André - SP
AD. Espigão Produções - SP ( Mogi)
Wizard Campinas E. C. - SP
Pref. Municipal de Betim - MG

GRUPO VI: PR, RS, SC

Cimed Esporte Clube - SC
Joinville - SC
C.E. Barão do Rio Branco - SC
UNESC - SC
Sinoal/Unisinos - RS
Sogipa - RS
Amavôlei/Cocamar - PR

Provavelmente teremos Cimed e Wizard na  SL 05/06 , gostaria muito que tivesse times do Norte e do Nordeste , principalmente esse aí dos Sargentos ...nossa ia dar pra zuar muito ...hehehehehehe .

 

 

 

TV Globo vai transmitir jogos do Grand Prix e da Liga Mundial

 

No Grand Prix, nesta sexta-feira, a TV Globo mostra Brasil x Holanda ao vivo, às 5h. Tanto no sábado quanto no domingo, as partidas Brasil x Coréia e Brasil x Cuba, respectivamente, serão disputadas às 4h.

Pela Liga Mundial, o Brasil enfrenta a Sérvia e Montenegro, na sexta-feira, às 15h. No sábado, às 12h, o Brasil encara o vencedor de Polônia e Cuba na semifinal. A decisão do título será realizada no domingo, às 14h.

Após treino na Alemanha, Brasil chega à Sérvia e descansa

 

Cansada. Assim a seleção brasileira chegou a Belgrado para a disputa da fase final da Liga Mundial masculina de vôlei, a partir de sexta-feira. E, para a felicidade de todos, o time ganhou uma pequena folga.

O desembarque aconteceu por volta das 17 h (12h, de Brasília), no acanhado aeroporto da cidade. De acordo com o cronograma oficial dos organizadores da Liga, o Brasil deveria treinar no começo da noite. Entretanto, o técnico Bernardinho afirmou que agora a seleção precisa de descanso.

O time vive uma rotina estafante. No domingo, logo após vencer a Venezuela na cidade de Betim, a equipe pegou um vôo para Frankfurt, onde iniciou a preparação para a reta decisiva da Liga.

"É muito cansativo. Eu mesmo, por exemplo, tenho acordado de madrugada por causa do fuso. Hoje de manhã os caras estavam tão cansados que eu tive que dar só um treino leve", disse Bernardinho.

Apesar do cansaço, a estadia na Alemanha foi vista com bons olhos. Além dos treinos, o Brasil fez um amistoso contra a seleção local, e ganhou por 4 sets a 1.

"Treinamos bem nestes dias. Jogamos contra a Alemanha em Frankfurt, e jogamos bem", disse o meio-de-rede Gustavo.

O Brasil começou a partida com os seus jogadores considerados titulares, mas depois do terceiro set Bernardinho resolveu colocar os outros atletas em quadra.

"Foi
bom, um jogo duro. O pessoal que entrou de fora foi bem. A Alemanha saca forte e esse foi um grande teste, já que vamos encontrar aqui adversários que sacam muito forte", disse o treinador.


A seleção volta a treinar nesta quinta-feira. Pela manhã, o time se exercita no ginásio de Sumice. À tarde, joga na bela Arena de Belgrado, sede das partidas da fase final da Liga Mundial.

O ginásio passará nesta quinta pela última vistoria antes do início da fase decisiva. Um dia antes, quase tudo já estava pronto para receber as quatro finalistas do torneio.

O Brasil estréia na fase final na sexta-feira, às 15h, contra a Sérvia e Montenegro. Às 13h, jogam Polônia e Cuba. O vencedor de cada uma das partidas pega os perdedor do outro jogo na semifinal, no sábado.

Fonte : Uol esportes

 

Seleção Brasileira masculina vence amistoso contra a Alemanha


Antes do desembarque em Belgrado, sede das finais da Liga Mundial, a Seleção Brasileira masculina disputou um amistoso com a Alemanha. Em Heidelberg, o time de Bernardinho venceu os donos da casa por 3 a 1, parciais de 26-24, 23-25, 25-23 e 25-21.

Para os próximos dias, já na Sérvia e Montenegro, o atual bicampeão da Liga tentará corrigir algumas falhas apontados pelo seu treinador durante as últimas semanas.

Bernardinho ainda reclama da instabilidade do bloqueio e de um melhor volume de jogo, começando pela defesa.

Nas finais da Liga, o Brasil estreará contra os donos da casa, na sexta-feira, às 15h (de Brasília).

Aos 18 anos, levantador gigante é aposta da seleção e do Banespa

 

Eleito o melhor levantador do torneio Esperanças Olímpicas, preparatório para o Mundial infanto-juvenil de vôlei, Carlos Fidele tem um diferencial. Aos 18 anos, ele tem 2,05m de altura.
O jogador foi descoberto na peneira do Banespa, uma das mais tradicionais do país, e era meio-de-rede. Mas o técnico da equipe, Alexandre Stanzione, em acordo com o treinador da seleção Percy Onken, resolveu apostar em Fidele para o levantamento.

“Discutimos isso no ano passado e eu me comprometi a transformá-lo em um levantador. E tive como desenvolver isso. Ele tem um potencial muito bom para jogar em diferentes posições. Inicialmente jogava no meio, mas também já passou por outros pontos. E ele assimilou muito rápido”, diz Satanzione.

“É claro, que até por causa da altura, ele ainda tem muita coisa para desenvolver. E dentro de pouco mais de um ano, já deve chegar ao time adulto”, prevê o treinador. O trabalho para transformar o menino em levantador começou este ano.

O time campeão brasileiro teve o levantador revelação da última Superliga, Vinhedo, e Ricardinho, capitão da seleção adulta, também passou pelo clube paulista.

A seleção brasileira venceu o torneio disputado na Eslováquia, no qual enfrentou equipes como República Tcheca, Eslováquia, Hungria e Polônia, e saiu invicto.

 

Brasil carrega farmácia de quase 20 quilos na Liga Mundial

 

Pastilhas para dor de garganta, produtos para o relaxamento muscular, antiinflamatórios, gaze e material para sutura. Tudo isso faz parte da bagagem que a seleção brasileira leva a Belgrado para a disputa da fase final da Liga Mundial masculina de vôlei. Além das bolas e uniformes, a delegação viaja equipada com uma minifamárcia.

Duas malas carregam esta minifarmácia brasileira. São quase 20 quilos de medicamentos e produtos médicos, que podem ser usados a qualquer momento.

Os itens mais procurados pelos jogadores são os antiinflamatórios e as pastilhas para a garganta. "As vias aéreas sofrem muito com essas mudanças de temperatura", explica Ney Pecegueiro, um dos médicos da seleção.

E não é para menos. Em seis semanas, a seleção brasileira passou pelo calor caribenho da Venezuela, encarou a primavera de Portugal e o outono do Japão, além do inverno seco de Brasília, frio de São Paulo e quente de Betim.

Mas os maiores problemas de saúde enfrentados pela seleção aconteceram antes do início da Liga Mundial. O caso mais grave foi vivido pelo ponta Roberto Minuzzi. Nos testes realizados na fase preparatória, em Saquarema, ficou constatado um problema na aorta ascendente.

O jogador, eleito o melhor atacante nas três últimas edições da Superliga, precisou passar por uma cirurgia em São Paulo, ficando sem chance de disputar a Liga Mundial. Minuzzi só deve voltar aos treinamentos no mês que vem.

Outro caso sério foi vivido por Giba. O ponteiro pegou uma pneumonia em Saquarema e desfalcou o Brasil nos três primeiros confrontos da Liga, assim como Gustavo, que ganhou um descanso extra por ter disputado as finais do Campeonato Italiano.

"A pneumonia prejudicou muito o Giba. Ele o Gustavo ainda estão abaixo (fisicamente) do que poderiam estar", disse o médico.

Depois do início da Liga, os problemas diminuíram. Apenas o ponteiro Dante foi para o estaleiro. O jogador teve duas indisposições estomacais (em Caracas e em São Paulo) e uma faringite (na semana do jogo contra a Venezuela em Betim). "Preciso me benzer", brincou.

Mas para a fase final da Liga o time está bem. "Só alguns jogadores estão com tendinite, mas isso eles carregam sempre", finaliza Pecegueiro.

Fonte:UOL

 

Xodó da torcida, Giba nega condição de estrela solitária do Brasil

 

"Gibaaaaaaaa!" O grito desesperado das meninas nos treinos e jogos do Brasil na Liga Mundial masculina de vôlei mostra muito bem quem é o queridinho da torcida. O ponta Giba, que sempre esteve muito bem cotado entre as fãs, agora assume uma condição de estrela quase única. Afinal, os outros xodós da equipe, Nalbert e Giovane, deixaram o time após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas, no ano passado.

Na seleção desde 1995, Gilberto Godoy sabe conviver com o assédio das fãs. Nos jogos do Brasil em casa pela Liga Mundial, em Brasília, São Paulo e Betim, ele sempre esteve cercado de torcedores em busca de fotos e autógrafos. Invarivelmente Giba era um dos últimos a deixar a quadra.

Durante as partidas, Giba também sentiu a força da torcida. O seu nome foi o mais gritado nas apresentações da seleção brasileira. E suspiros também puderam ser ouvidos quando o jogador, de 28 anos, 1,92 m e 85 kg, se preparava para sacar ou fazer um ataque de ponta, sua especialidade.

Apesar de ser tratado quase como um pop star pela torcida, o jogador nega a posição de estrela solitária da equipe. Tímido, Giba faz questão de dividir as honras -e responsabilidades- com os outros membros da equipe.

"Não tem essa de maior estrela. Na verdade a maior estrela são todos os 21 do time, entre os membros da comissão técnica e jogadores", afirmou o ponteiro ao UOL Esporte, cercado por fãs, em uma das partidas do Brasil nesta Liga. Nem mesmo a fama de galã da seleção faz a cabeça de Giba. "Você vai ver que tem o Murilo, tem o Canha (André Nascimento). Tem muita gente para elas gritarem", conta o jogador.

Apesar de outros atletas também provocarem histeria entre as meninas, é com Giba que as coisas ficam quase fora do controle. O técnico Bernardinho até brinca com a situação. "Esses meninos causam frisson. Comigo só vêm as tias, que dizem querer autógrafos para as sobrinhas quando na verdade querem para elas", conta.

Eleito o melhor atleta das Olimpíadas de Atenas, Giba tenta nesta semana em Belgrado o seu quarto título da Liga Mundial. Ele esteve presente nas conquistas de 2001, 2003 e 2004.

A disputa da fase final da Liga Mundial na Sérvia e Montenegro encerra um pequeno inferno-astral vivido pelo jogador. Depois da Olimpíada, Giba não conseguiu repetir o bom desempenho em Atenas. Na temporada passada, jogando pelo Cuneo, ele não passou de um nono lugar no Campeonato Italiano. O time sequer chegou aos playoffs da competição.

Depois, o jogador passou por um problema de saúde. Giba teve pneumonia na fase de treinamentos para a Liga Mundial, em Saquarema, no Rio de Janeiro. Assim, ele desfalcou a seleção nos três primeiros confrontos do torneio, fora de casa, contra Venezuela, Portugal e Japão, respectivamente.

A recuperação veio nas atuações em casa pela Liga Mundial. Logo em sua estréia, contra a Venezuela em Brasília, Giba deixou a partida como o maior pontuador.

Uma das motivações que Giba teve nos jogos no Brasil também veio das arquibancadas. Em Brasília e em São Paulo ele ganhou a torcida da mulher Cristina Pirv e da filha Nicoll, de apenas dois meses. As duas acompanharam alguns treinos de dentro da quadra, para delírio do papai-coruja. "Com certeza é uma alegria a mais. É bom porque motiva bastante. A gente mata um pouco da saudade", diz Giba.

 

Bernardinho quer usar semana de treino para lapidar o ataque

 

Cinco dias. É o tempo que o técnico Bernardinho tem para acertar a seleção brasileira antes do início da fase final da Liga Mundial masculina de vôlei. E o treinador vai usar esse período para afinar um dos pontos em que normalmente o país vai muito bem: o ataque.

"Em função dessa carência histórica de bloqueio e defesa, os treinos foram concentrados nisso. Mas a gente tem que dar um entrosamento no ataque. Talvez eu tenha negligenciado um pouco isso", admite Bernardinho.

Durante toda a Liga Mundial, o treinador se concentrou nos treinos defensivos e de saque. Poucas vezes Bernardinho fez movimentações específicas para o ataque.

Para os jogadores, entretanto, não é só no ataque que o time tem que treinar nesta semana decisiva. "Estamos preparados. Vamos trabalhar agora os fundamentos em geral", garante o ponteiro Dante.

O Brasil vai enfrentar na fase final da Liga, a partir de sexta-feira em Belgrado, equipes altas e fortes. Cuba, Polônia e Sérvia e Montenegro têm mais qualidade técnica do que os adversários da seleção na primeira fase (Venezuela, Portugal e Japão).

Assim, para intensificar o treinamento, o time faz um período de adaptação em Frankfurt, na Alemanha. Além dos treinos, está marcado um jogo contra a seleção alemã. Bernardinho quer ver como o time reage quando não joga com o passe na mão.

Neste domingo, o Brasil teve uma prévia do que pode enfrentar na Sérvia. Diante da Venezuela, a seleção jogou com o passe quebrado. E apesar da dificuldade, conseguiu vencer por 3 sets a 1.

"Foi um bom teste para nós essa situação de jogar contra um saque pesado que não deixa o passe na mão", disse Bernardinho. "O mais importante é que jogando contra um time que jogou bem nós tivemos maturidade e sabedoria suficiente para virar a partida."

A equipe fica na Alemanha até quarta-feira, quando viaja para Belgrado. A estréia na fase final da Liga Mundial é na sexta-feira.

 

Brasil enfrenta a Sérvia no início da fase final da Liga Mundial

 

O Brasil já conhece o seu primeiro adversário na fase final da Liga Mundial masculina de vôlei. A equipe vai enfrentar na próxima sexta-feira a seleção da Sérvia e Montenegro, organizadora das finais da competição. O outro jogo do dia é entre Cuba e Polônia.

Time de melhor campanha na primeira fase, o Brasil enfrenta a equipe que teve o pior desempenho até agora. Os brasileiros terminaram as seis rodadas iniciais com 11 vitórias e uma derrota. Já os sérvios, que pouparam vários titulares, ficaram com sete vitórias e cinco derrotas.

A partida entre Brasil e Sérvia está marcada para começar às 15h (de Brasília). Entretanto, o jogo tem pouco validade. Ele serve apenas para definir a ordem dos confrontos das semifinais.

Brasil vence Venezuela antes de fase final da Liga Mundial

 

A seleção brasileira masculina de vôlei bateu a Venezuela por 3 sets a 1-- parciais de 25-22, 15-25, 25-22 e 25-17-- em Betim, Minas Gerais, na última partida antes do time do técnico Bernardinho embarcar para a Sérvia e Montenegro, onde disputa a fase final da Liga Mundial.

Após vencer a primeira série, os atuais campeões olímpicos se desconcentraram e os venezuelanos se aproveitaram. Abriram vantagem em 16 a 9 e mantiveram a frente no marcador para fechar em 25 a 15.

Os brasileiros retomaram o leme da partida na terceira série, mas não conseguiram se distanciar muito no placar. Mesmo assim, chegaram aos 2 a 1 repetindo a parcial do primeiro set.

Com a vantagem retomada, Giba, Gustavo, Anderson e companhia não deram chances para os atuais campeões pan-americanos. Logo abriram vantagem em 21 a 15 e apenas administraram para fechar o quarto set em 25 a 17 e a partida em 3 sets a 1.

Assim, o Brasil encerra sua participação na primeira fase da Liga Mundial com 11 vitórias e apenas uma derrota, sofrida fora de casa contra Portugal.

Na próxima fase, que pode garantir aos campeões olímpicos uma vaga nas semifinais da Liga, os brasileiros enfrentam os donos da casa, Cuba e Polônia.

 

Nota 0 para o nosso capitão Ricardinho , por ter perdido a paciência ter deixado o Bernardinho falando sozinho .

Nota 10 para o Bernardinho que mostrou para o Ricardo quem manda no time e 10 para o Maucelinho que mostrou para o Ricardo que ele não é o único levantador da seleção !

Invencibilidade brasileira cai diante da campeã olímpica China



A seleção brasileira feminina perdeu na manhã deste domingo sua primeira partida na edição 2005 do Grand Prix de vôlei. Em confronto disputado em Macau, válido pela segunda semana da competição, a equipe do técnico José Roberto Guimarães não foi párea para a campeã olímpica China, que venceu por 3 sets a 0.

As chinesas fecharam o confronto com as brasileiras em 1h22min, ganhando em três sets seguidos com parciais de 25-22, 25-21 e 25-20. Com o resultado, a seleção asiática preserva a melhor campanha do Grand Prix.

 

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